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quer descobrir como gerar renda e viver da sua própria música? então chegou a hora!

vou te mostrar como eu fiz para receber R$34.457,06 de royalties em 9 meses e como continuo aumentando esse valor por meio do streaming.

eu sou

Ed Napoli

Já atuei como cantor e compositor profissional ativamente no mercado da música de 2006 até 2013.

Atualmente, afastado dos palcos, tenho 5 anos como empreendedor digital, sendo diretor e CEO da RadioSparx Brasil e também como fundador e CEO da MusicMatters.

Te pergunto: Você é músico, compositor e/ou produtor e não aguenta mais receber valores baixíssimos ou zero reais de royalties de streaming das suas músicas originais?

Entre 2006 e 2013, atuei profissionalmente como cantor e compositor no mercado musical e atualmente estou afastado dos palcos. Por quê?

Há 5 anos sou empreendedor digital: além de fundador e CEO da MusicMatters, também sou diretor e CEO da RadioSparx Brasil.

Se você também é músico, compositor ou produtor e não aguenta mais receber tão pouco pelos royalties de suas músicas originais em streaming, você com certeza vai gostar de conhecer o meu método!

É claro que a internet provocou grandes mudanças no mercado da música e, muitas vezes, nós não conseguimos acompanhá-las, seja por não saber onde procurar informações sobre a indústria musical ou até mesmo por não termos paciência.

Mas não se culpe por isso: é perfeitamente normal!

A minha missão é dividir com você tudo que eu aprendi na prática. Eu vou revelar como eu identifico oportunidades no mercado fonográfico digital e ganho dinheiro com canções e produções originais.

Você já imaginou receber royalties pelas suas canções e gerar receita como nunca gerou antes?

Eu já faço isso!

Só nos últimos 9 meses foram R$34.457,06 arrecadados e, mensalmente, eu aumento esse ganho com o recebimento dos royalties de streaming e licenciamento das minhas produções musicais.

Talvez você esteja pensando que isso tudo é bom demais para ser verdade ou até mesmo esteja achando que isso não passa de um sonho, mas posso provar que é possível!

Aqui embaixo você pode ver o meu extrato pessoal do PayPal e comprovar que gerar receita com música hoje é a minha realidade.

Meus Ganhos
Eu vou te mostrar como faço isso!
Ao longo dos últimos anos, eu me dediquei a desenvolver um guia completo e explicativo para ensinar como aplicar músicas em audições para o recebimento de royalties de diversas empresas, ferramentas e oportunidades.

Assim, o meu método está consolidado em um guia em forma de passo-a-passo, garantindo excelentes resultados tanto para mim quanto para vários outros artistas, que já utilizam a minha técnica para gerar receitas cadas vez maiores – às vezes até superando o que eu mesmo já ganho!

Um pouco da minha história

Hoje, eu sou CEO e diretor da MusicMatters, fundada em 2015, com o objetivo de colaborar com a formação profissional de músicos empreendedores e/ou independentes.

Também sou CEO e diretor da RadioSparx Brasil, um serviço que oferece rádio e música ambiente para empresas, com playlists de artistas que, assim como nós, são independentes.

Pagamos royalties sobre cada streaming de cada música de cada um desses artistas e compositores que é tocada nos espaços das lojas e estabelecimentos comerciais das empresas e marcas que contratam os serviços da RadioSparx.

Mas eu não cheguei até aqui do nada.

Em meados de 2003, aos 21 anos, fiz uma viagem de mochilão pela Europa. Lá, me estabeleci por alguns meses na Espanha e passei por mais de 10 países durante em uma temporada de 6 meses.

Apesar de ter sido rápida, essa experiência rápida foi libertadora pra mim e abriu minha cabeça de uma forma que jamais pensei que fosse possível.

Foi assim que a música, que era algo que me acompanhava desde criança, começou a tomar as rédeas da minha vida.

Meu interesse pela música começou quando eu ainda era muito pequeno e, aos 12 anos, comecei a tocar violão. No entanto, foi essa viagem à Europa o meu ponto de transformação.

Lá, comecei a tocar na rua e isso trouxe grandes aprendizados e evolução na minha formação musical. Isso contribuiu para que a minha volta ao Brasil se tornasse um período muito criativo e cheio inspiração.

Foi assim que comecei a pensar em iniciar a minha carreira como compositor. Seguiram-se outros 6 meses ininterruptos, praticamente trancado no meu quarto escrevendo e produzindo centenas de músicas. Por muitas delas, inclusive, hoje eu recebo os tais royalties.

Na época eu me perguntava: “será que algum dia toda essa dedicação em escrever canções e paixão pela música me trarão algum retorno?”.

Foi então que a realidade veio à tona: recomecei a faculdade de publicidade e propaganda que eu tinha trancado e veio toda aquela pressão do primeiro estágio e das tarefas do dia a dia.

Infelizmente, isso parecia me afastar cada vez mais do sonho de poder tocar e viver de música, mas eu não deixava de ouvir aquilo que de fato estava em mim.

Um dia, eu estava assistindo ao programa da Oprah e fui arrebatado por um depoimento dado pelo cantor e compositor James Blunt.

Ele dizia algo como: “eu persegui a música e lutei por muito tempo em razão de uma voz interna que dizia que eu não poderia chegar aos 70 anos e me arrepender de não ter tentando realizar este sonho com todas as minhas forças”.

Isso foi um estalo para mim!

Eu estava trabalhando como gerente de marketing de uma empresa e tinha ido com o meu chefe ao Uruguai para uma viagem de negócios. Foi nessa situação que eu simplesmente me virei pra ele comuniquei que aquilo não era mais pra mim e que eu precisava trilhar o meu próprio caminho e perseguir a música.

Eu sentia por algum motivo que era aquilo mesmo que eu deveria fazer.

Esse sentimento era familiar, eu já havia sentido esse chamado 3 anos antes, quando estava na Europa, porém só naquele momento eu estava agindo, assumindo essa decisão e fazendo algo a respeito.

Eu só não imaginava o quanto esse caminho poderia ser longo nem que passaria por tantas emoções…

Depois de tomar essa decisão, passei a dedicar 100% do meu tempo nesse sonho!

Meu primeiro passo seria compilar uma, gravar um single e DVD com encarte profissional e comprar uma passagem para a Califórnia.

Passei 2 anos trabalhando para a concretização desse projeto, eu estava com 25 anos e era muito determinado.

A preferência pelos Estados Unidos vinha da minha influência musical e de composição: eu era apaixonado pela música britânica e americana, o que também explica o hábito de compor em inglês, que cultivo até hoje.

Foi em 2007 que embarquei para San Diego, onde outra aventura me esperava, com direito à prova de fogo e tudo!

Minha rotina logo ao chegar lá era simplesmente adicionar pessoas no MySpace Music – que era a rede social que bombava na época – e entrar nos sites dos bares e pubs da região para descobrir quais deles tinham o microfone livre (ou open mic) para novos artistas, cantores e comediantes se apresentarem.

De 3 a 4 vezes na semana, essa foi a minha saga até eu conseguir um lugar fixo, o restaurante Brazsil By The Bay, para tocar de forma remunerada.

Mas eu não deixei de correr atrás de outras oportunidades.

Certa noite, estava tocando no open mic do pub Longboards de Pacific Beach, em San Diego, e fui convidado por Mitch Budd, um músico local, para tocar toda segunda-feira no pub em que ele trabalhava como promoter/hostess e também performava.

Assim as coisas foram se desenrolando naquele momento, porém não evoluí muito além disso – pelo menos não financeiramente.

Artista independente trabalha muito
e ganha pouco…

Cerca de 2 meses depois que eu vivia nesse ciclo, um produtor de Londres que já havia trabalhado com alguns artistas de música eletrônica (EDM) encontrou o meu perfil no MySpace e me fez uma proposta de um contrato para a produção de um EP e lançamento pelo seu selo independente.

A esta altura, meu visto americano, que era de turista nos EUA, estava quase expirando, o que estava me preocupando bastante. O fato de as coisas não estarem se desenvolvendo e caminhando exatamente como planejei também não ajudava. Foi então que tomei a decisão de retornar ao Brasil.

Já com uma certa bagagem e tempo de estrada, eu só pensava em tentar utilizar ao máximo o networking que eu havia feito antes no Brasil e tentar algo no mercado nacional com minha música.

Em 2008, iniciei a gravação de 10 faixas em estúdio, o que seria meu primeiro álbum. Esse processo durou um ano inteiro, que passou arrastado, pois fizemos tudo à moda antiga, old school, tocado por músicos de sessão.

O resultado na época pareceu satisfatório e assim que terminamos a mix, eu e meu produtor na época fomos ao Rio de Janeiro para masterização do disco.

Depois de ter gravado um disco com tanto esforço, a expectativa era grande, como você deve imaginar. Eu só conseguia pensar que aquilo não poderia ter outro destino a não ser o sucesso.

Com a gravação finalizada, o lançamento do disco foi feito de forma independente, mas eu tive alguns patrocínios para realizar um coquetel para a imprensa e formadores de opinião de Porto Alegre, cidade onde moro até hoje.

Já no início de 2009, eu começava a sentir os resultados do investimento no meu lançamento: uma oportunidade de abertura de um show da Alanis Morissette batia em minha porta.

Paralelamente, aquele ditado “água mole, pedra dura…” funcionou e, depois de inúmeras tentativas de promover minha música nas rádios locais do Rio Grande do Sul, meu primeiro single intitulado “Somehow” começou a tocar e foi muito bem recebido por reconhecidos radialistas locais, como Fabio Codevilla, Julio Fürst, Ricardo Padão e Marcio Paz.

A repercussão local da abertura do show da Alanis, somado ao single “Somehow” nas rádios me deu certa notoriedade na cena. Ali, naquele momento, tive certeza que aquilo era o que queria pra mim.

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Finalmente as coisas pareciam estar deslanchando para mim!

Nos 2 anos seguintes, 2 novos singles foram lançados: “Everybody Wants” e “All Or Nothing” ganharam as rádios locais. Eu fazia alguns pocket shows, mesclando músicas autorais e selecionava as músicas pop internacionais que eu mais gostava de tocar para fazer versões cover.

Com os shows cada vez mais escassos, logo começo uma produtiva e duradoura parceria com Cesar Funck, um produtor de EDM renomado na cena eletrônica nacional e internacional e hoje amigo pessoal.

 

A partir de então, Cesar produzia as faixas e eu escrevia a melodia, linha vocal e letras em inglês. Foi assim que produzimos alguns conteúdos de música eletrônica e acabamos chamando atenção de DJs de diversos lugares do Brasil e passamos a receber pedidos para que escrevêssemos (e, às vezes, para que eu cantasse) em suas produções e releases no gênero EDM.

Assim teve início uma fase frutífera de muitos projetos em parceria com DJs. Dentre eles, podemos destacar os trabalhos com Pic Schmitz, que ganharam notoriedade na cena eletrônica nacional, com músicas veiculadas em rádios no país todo, novelas e no Big Brother Brasil.

O trabalho era enorme, mas eu nem pensava em parar! Ao mesmo tempo em que tocava essas parcerias, eu também me inscrevia e participava de competições de compositores internacionais.

Essa experiência frenética me rendeu uma menção honrosa no concurso oficial da Billboard, em 2010. Além de ter sido selecionado como finalista por 5 vezes no concurso da ISC (International Songwriter Competition – 2009, 2010, 2011, 2013 e 2014).

Nessa trajetória, eu já pude sentir o gostinho do que seria construir uma carreira de sucesso, mas, ao contrário do que eu imaginei a minha vida inteira, a ideia de ter que tocar na noite em bares já não me parecia mais tão fantástica.

Isso não significa, é claro, que eu deixei de gostar de música. Pelo contrário, eu realmente gostava disso! Porém, a esta altura, minha energia e motivação já estavam diminuindo.

Em 2013, quando estava decidido a deixar de lado a performance ao vivo, recebi um contato da Sony BMG. Essa surpresa resultou no meu primeiro e único lançamento de um EP oficial, compilando 7 músicas que eu já havia produzido anteriormente, algumas delas do álbum que havia gravado em 2008.

 

Contudo, o contrato de lançamento pela Sony contemplava somente as plataformas digitais.

Em um primeiro momento, acreditei que isso seria interessante pela visibilidade. No entanto, mais tarde, descobri que as gravadoras vinham trabalhando as suas marcas com o objetivo de deter o conteúdo já produzido de centenas de artistas independentes para ganhar na chamada “cauda longa” e ficar com parte nas vendas e nos streamings de plataformas como Spotify, Youtube etc.

Como eu já vinha passando por uma fase de certa desmotivação, eu percebi que precisava fazer alguma coisa para decidir o que seria do meu objetivo profissional antes que acabasse o prazo que eu mesmo havia me estipulado, que era passar a “viver de música” até os 29 anos.

Você consegue imaginar como foi a minha crise dos 30 anos!?

PROBLEMAS E OBSTÁCULOS

Futuro incerto, um bom tempo dedicado à música, nada de garantias, nada de retornos efetivos. Somente um pseudo-sucesso e ainda sim, uma das lições que tirei de todo esse caminho, eu posso dizer que todo sucesso mesmo sendo pleno, será efêmero.

Estar diante de mais um momento decisivo para a minha carreira me fez “tirar o pé do acelerador” e resolver me aprofundar, buscar conhecimento, me centrar e recarregar as energias.

Assim, passei a me dedicar a outras atividades profissionais: eu fiz coachings, cursos e consultas de PNL (programação neurolinguística), muito esporte e também algo que eu chamo de processo de “mudança de arquétipo”. Ou seja, procurei me encontrar como um “homem de negócios”, abrindo mão do “arquétipo do artista”.

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Hora de Inovar!

Por influência do livro “Pai Rico Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki, comecei a olhar para os royalties por propriedade intelectual como novas oportunidades no mundo da música.

Somando isso à vontade que eu sempre tive de empreender, comecei a me lembrar de um velho hábito: desde o início da minha trajetória na música, sempre enviei minhas músicas, fiz uploads em diversos sites de busca de oportunidades, classificados de músicos, produtores, compositores etc.

Foi nessa época que uma empresa inglesa me abordou dizendo que havia encontrado minhas músicas num site de oportunidades da época, o audiorokit.co.uk, que já não existe mais, que era como um classificados para artistas e produtores  que queriam oferecer um um acordo a fim de licenciar canções para tocá-las em estabelecimentos comerciais.

A então responsável por me contatar (a Katie, que trabalhava como Artist & Repertoire) da empresa me disse que eu provavelmente me esqueceria sobre o que nós conversamos.

Mas, naquele dia, nós fechamos um contrato!

“Daqui 4 ou 5 meses uma quantia referente aos royalties de uso de suas músicas será depositada em sua conta no PayPal, pode acreditar”, Katie tinha me prometido.

E assim aconteceu! Eu realmente acabei me esquecendo do acordo, mas foi verdade. Quatro meses depois, pingou uma quantia que hoje seria aproximadamente R$ 100 reais na minha conta Paypal.

Mais uma vez, eu senti cair a minha ficha!

Eu percebi que se eu produzisse diversas músicas eu poderia licenciá-las, receber royalties e quem sabe até viver disso!

Guiado pela minha curiosidade, comecei a enviar diversos e-mails para essa empresa que licenciou minhas músicas e a fazer muitas perguntas a respeito de novas oportunidades. Essa insistência acabou me abrindo uma porta que eu sequer imaginava: eles me convidaram para ser um A&R free lancer.

Dessa forma eu ganharia 5 libras por cada música que eu conquistasse e adicionasse às playlists que tocavam nas empresas parceiras.

Nessa época, eu me dedicava em tempo integral a buscar em todos os sites e redes sociais novos artistas independentes que publicavam suas músicas originais na internet. Cheguei até a ser banido de alguns sites, como Reverbnation e Soundcloud devido à minha atividade tão intensa.

Em poucos dias eu pude solicitar para a empresa a configuração de um e-mail próprio para mim para dar maior confiabilidade às minhas abordagens.

Por 8 meses, essa foi a minha principal atividade. A consequência disso foi a contratação de dezenas de artistas e o licenciamento de centenas de músicas.

Como eu vinha passando muito tempo nessa função e o meu retorno financeiro não era o melhor de todos, comecei a sentir a inquietação que me levou a uma nova ideia…

“E se eu trouxesse esse negócio para o Brasil? Será que já existem empresas licenciando músicas de artistas independentes por aqui?”

Imediatamente comecei a estudar e pesquisar como poderia escrever um plano de negócios em inglês para, em pouco, fazer uma proposta para eles.

Assim começou um processo de quase 2 anos para expandir a empresa de licenciamento de músicas para o Brasil.

Em 2015, lancei oficialmente a RadioSparx Brasil, alinhada ao serviço inglês com  intuito de oferecer rádio e música ambiente para estabelecimentos comerciais por streaming e com playlists compostas por artistas independentes e livres de pagamentos ao ECAD.

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Música
ambiente
Para empresas
RadioSparx

Na época um serviço extremamente novo e desconhecido no Brasil, mas que desde então beneficia tanto empresas que tocam música em seus ambientes (pois estas pagavam valores muito altos) e que assim contratando o serviço da RadioSparx conseguem uma redução de custo enorme. Já na outra ponta, beneficia aos artistas que neste modelo, recebem royalties reais e de forma justa por estarem licenciando suas músicas diretamente para tocar via nas playlists via streaming nos clientes da RadioSparx (empresas do varejo).

EMPRESAS NÃO PRECISAM MAIS PAGAR CARO PARA TOCAR MÚSICA BOA

Oferecendo um serviço inovador para o Brasil, a RadioSparx veio para beneficiar os dois lados do negócio: as empresas, que antes pagavam valores muito altos para a reprodução de música ambiente, agora puderam diminuir os seus custos; o artista independente, por meio do licenciamento e dos royalties, passa a receber um incentivo moral e financeiro para apostar no seu trabalho.

A minha trajetória me proporcionou a vivência dos dois lados: também já recebi os royalties das minhas produções pela própria RadioSparx, assim como já tive a experiência de atender empresas de varejo que pagam para ter música de qualidade em seus estabelecimentos.

Assim pude encontrei nos serviços de streaming uma solução de músicas ambiente. Esse modelo ingressou no mercado brasileiro questionando o modelo de recolhimento de direitos autorais da mesma forma que o Uber entrou e modificou a mobilidade urbana.

Nessa nova lógica, o artista pode produzir cada vez mais músicas, licenciar com empresas como a RadioSparx e receber cada vez mais royalties sobre os streamings vindos dos meios B2C e B2B, que são ainda mais promissores!

B2B/EXEMPLOS

Já quando falamos em streaming B2C, podemos mencionar os aplicativos como Spotify ou Deezer.

Para receber algum valor relevante destes meios, o músico precisa já estar com uma plataforma enorme de fãs e em grande evidência no mercado. Essa visibilidade dificilmente é alcançada por artistas que não fazem parte do mainstream.

Normalmente são os artistas de topo os quais conseguem gerar receitas interessantes do streaming B2C. Mesmo assim boa parte do lucro fica com suas respectivas gravadoras e editoras.

Mas como estamos falando do
Ed Napoli
e não do…

Os royalties recebidos de execuções em lojas, supermercados ou outros estabelecimentos comerciais de modo geral, que representam o nosso mercado B2B, acabam por ser mais vantajosos.

Através do licenciamento direto, suas músicas passarão por uma audição e serão selecionadas para tocar nos espaços de empresas, o que garante uma recorrência de execuções muito maior.

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Além do fato de que o modelo de recolhimento de direitos autorais de execução pública como música ambiente/permanente, de artistas que são afiliados a associações de autores e músicos no Brasil, usa a metodologia de amostragem pelos 650+. O que isso significa?

Que somente os primeiros 650 artistas do topo do ranking vão receber os direitos autorais recolhidos por rádio, TV e claro, principalmente o que estamos falando aqui. Da execução pública como música ambiente em espaços comerciais.

Direito Autoral
da música para os usuários

Atualmente eu vivo do licenciamento B2B e você também pode começar a receber royalties por suas músicas, complementar a sua renda ou até mesmo fazer disso sua principal atividade profissional.

As minhas possibilidades cresceram e mudaram quando eu passei a focar em produzir músicas e licenciá-las diretamente com controle total das minhas obras e de forma não-exclusiva.

Se você também é um artista independente e ainda tem uma base de fãs restrita, o recebimento de royalties não acontecerá se você somente se afiliar a uma associação de recolhimento de direitos autorais. Isso dificilmente será suficiente para receber royalties de forma consistente e relevante.

Se sua música não tocar massivamente, você deixará de ter a chance de superar a concorrência dos artistas do topo, que são assinados com gravadoras e possuem fácil acesso aos meios de comunicação para promoção de seus próprios artistas.

O artista independente não tem nem chance se focar na forma errada.

Ser um artista indie hoje em dia é gerir sua própria carreira e estar antenado, bem informado e esperto com todas oportunidades do mercado da música. Principalmente na internet!

Muitos artistas têm o sonho de assinar com uma gravadora, mas hoje, com a democratização dos meios de produção e distribuição da música, há maiores chances de crescer, assim como também é mais difícil de se destacar.

A menos que uma grande gravadora te descubra e entre em contato com você oferecendo um contrato 360, o que é extremamente difícil. Além do mais você estará fechando o famoso contrato com o “diabo”. Trocará a improbabilidade de uma fama efêmera, por grande parte dos direitos de suas obras – incluindo os royalties!

Por isso, este guia, é uma oportunidade de você descobrir, entender e colocar em prática imediatamente a sua independência através do recebimento de royalties.

Acho que essa parte é um pouco desanimadora para a sua persona, recomendo que seja retirada

Você merece ganhar por todo esforço que teve de fazer até aqui!
Depoimentos de Artistas
  • Christopher Luz Produtor e DJ
  • Rodrigo Panassolo Cantor e Compositor

Agora você deve estar se perguntando o que eu ganho te revelando tudo isso…

Ora, eu já vivi tudo isso e sei como é frustrante buscar informações a respeito do mercado musical e não encontrá-las de forma clara.

Por conta disso, acredito que ao passar esse conhecimento adiante ajudarei a criar uma onda positiva que ajudará muitos músicos que não têm noção de por onde começar.

Termos como licenciamento e royalties tão complexos que eu entendo o motivo de muitos músicos desistirem antes mesmo de começar a busca por qualquer tipo de entendimento no assunto.

Além disso, faz parte do processo criativo o tempo livre, afinal só assim é possível que o artista toque, componha, experimente. Então é totalmente compreensível que você não queira investir todo o seu tempo estudando terminologias, contratos e coisas burocráticas.

Porém é importante estar informado e é fundamental entender quais são os processos que podem estar por trás de um grande sucesso.

Felizmente eu já passei por tudo isso e agora posso simplificar um pouco as coisas para você!

Está tudo aqui como um guia simples e prático, basta você aplicar cada passo com disciplina que os resultados serão garantidos.

Ainda com dúvidas?

Veja o vídeo abaixo

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Você deve estar se perguntando: Ok, mas quem é o Ed Napoli? Porque devo confiar no que ele diz?
Ed Napoli

CEO da MusicMatters e RadioSparx, Publicitário
e Singer Songwriter

Na mídia
O que é o Guia Aprenda a Viver de Royalties Musicais?

Um passo-a-passo para entender como receber royalties de suas músicas por meio do licenciamento direto com empresas.

O QUE VOU APRENDER COM O Guia Viver de Royalties Musicais?

Você conhecerá cada uma das etapas do licenciamento, desde a audição até a pós-aprovação; aprenderá o que fazer com a sua música e como fazer; descobrirá os melhores sites para acessar e a melhor forma de organizar as informações para começar a receber royalties.

Você entenderá o mercado musical digital de maneira ampla e aprenderá como agarrar todas as oportunidades para divulgação do seu trabalho e como ser remunerado por isso.

Com a arrecadação dos royalties das suas músicas maximizada, você poderá incrementar sua renda e até mesmo viver da sua paixão.

Você aprenderá como receber os famosos royalties de suas músicas e terá uma receita que nunca teve antes.

Seu sonho de viver de música pode ser realizado e a dificuldade de gerar receita com sua arte vai acabar.

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Por que 6 meses?

Se você aplicar cada passo guia corretamente e licenciar um número mínimo de músicas com a qualidade e pré-requisitos ensinados, qualquer uma das empresas que indicamos te pagará pelos seus royalties dentro dos primeiros 6 meses.

Mas é claro que para isso suas músicas deverão ter sido aprovadas pela(s) empresa(s)!

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Lembre-se de que investir em conhecimento rende sempre os melhores lucros! Essa frase não é minha, é de um cara chamado Benjamin Franklin, mas eu posso acrescentar com tranquilidade que isso fica ainda mais gostoso quando os lucros vêm daquilo que amamos!

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